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11 de jul 2025

Homem é assassinado dentro de casa em Paraisópolis e gera revolta na comunidade

Operação policial em Paraisópolis gera protestos e confrontos, resultando em duas mortes e um clima de tensão na comunidade.

Imagem mostra armas e drogas colocadas na casa de moradora de Paraisópolis; segundo a PM, local foi erroneamente apontado como casa-bomba (Foto: Reprodução)

Imagem mostra armas e drogas colocadas na casa de moradora de Paraisópolis; segundo a PM, local foi erroneamente apontado como casa-bomba (Foto: Reprodução)

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Uma operação policial em Paraisópolis, uma das maiores favelas de São Paulo, resultou na morte de dois homens na tarde de quinta-feira, 10. A ação ocorreu após denúncias de tráfico de drogas na comunidade, gerando protestos intensos entre os moradores.

Durante a abordagem, Igor Oliveira de Moraes Santos, de 24 anos, foi baleado e morreu dentro da casa de uma moradora, que estava ausente no momento. A Polícia Militar (PM) divulgou imagens da residência associando-a a uma casa-bomba, mas posteriormente admitiu que houve um erro na comunicação. O coronel Emerson Massera, porta-voz da PM, afirmou que a casa não era o alvo da operação e que as drogas encontradas pertenciam aos criminosos que fugiram para lá.

Após a morte de Igor, a tensão aumentou na comunidade. Moradores iniciaram protestos, bloqueando ruas e incendiando veículos. À noite, um segundo homem, Rafael Silva, de 29 anos, foi morto durante os confrontos com a polícia, que alegou ter sido recebida a tiros. Um policial também ficou ferido e foi levado ao Hospital Albert Einstein.

Reação da Comunidade

Os protestos em Paraisópolis resultaram em um clima de tensão. Barricadas foram erguidas em avenidas importantes, como a Giovanni Gronchi, e o Corpo de Bombeiros registrou pelo menos 20 focos de incêndio. A situação levou a mudanças nos itinerários de quatro linhas de ônibus que atendem a região.

A Secretaria de Segurança Pública informou que os policiais estavam investigando denúncias de tráfico quando a operação se intensificou. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investiga as mortes, enquanto a PM instaurou um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar os fatos. A comunidade, com cerca de 58.527 habitantes, já enfrenta problemas recorrentes relacionados ao tráfico e à violência policial, refletindo um ciclo de tensão que persiste na região.

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