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Jornal britânico classifica Polícia Militar de São Paulo como a ‘força policial mais perigosa do mundo’

- O jornal The Sun classificou a PM de São Paulo como a "força policial mais perigosa". - A reportagem destaca casos como a morte do menino Ryan e um homem jogado de uma ponte. - Mais de 60 entidades denunciaram Tarcísio e Derrite à Organização dos Estados Americanos. - Camila Asano, da Conectas, critica a escalada da violência policial no estado. - Apesar das pressões, o governador manteve o secretário de Segurança Pública no cargo.

O jornal britânico The Sun publicou uma reportagem no último domingo, 16, classificando a Polícia Militar de São Paulo como a “força policial mais perigosa do mundo”. A matéria, que inclui uma entrevista com Camila Asano, diretora-executiva da ONG Conectas, destaca casos recentes de violência policial, como a morte do menino Ryan da Silva Andrade, […]

O jornal britânico The Sun publicou uma reportagem no último domingo, 16, classificando a Polícia Militar de São Paulo como a “força policial mais perigosa do mundo”. A matéria, que inclui uma entrevista com Camila Asano, diretora-executiva da ONG Conectas, destaca casos recentes de violência policial, como a morte do menino Ryan da Silva Andrade, de quatro anos, e um homem jogado de uma ponte por um policial. O título da reportagem é “Streets of Blood – Inside world’s most dangerous police force as kids shot dead, suspects thrown off bridges & cops ‘wanting murders on CV’”.

A reportagem também menciona a crescente preocupação internacional com as ações da PM paulista, que levaram mais de sessenta entidades a formalizar denúncias contra o governador Tarcísio de Freitas e o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, na Organização dos Estados Americanos (OEA). Um caso emblemático foi o assassinato do estudante Marco Aurélio Cárdenas, de 22 anos, que ocorreu após ele dar um tapa no retrovisor de uma viatura na Vila Mariana, gerando forte comoção pública.

Camila Asano criticou a escalada da violência policial e apontou que a letalidade policial em São Paulo estava em queda antes da atual administração. Ela ressaltou que Tarcísio passou a defender as ações da polícia e questionar medidas de controle de letalidade, como o uso de câmeras corporais. A diretora-executiva também mencionou que Derrite, que já afirmou ser “vergonhoso” para um policial não ter “três ocorrências” de homicídio no currículo, é responsável pelo aumento da violência.

A reportagem destaca que a violência policial ocorre em um contexto local marcado por racismo. Um estudo do Instituto Sou da Paz revela que uma em cada três mortes violentas na cidade é causada por policiais. Até o momento, o governo de São Paulo não se manifestou sobre as acusações.

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