Membros da Igreja dos Apóstolos, na Carolina do Norte, estão lutando para impedir a deportação de 22 refugiados cristãos afegãos que receberam ordens para deixar os Estados Unidos antes que seus pedidos de asilo sejam avaliados. A situação se agravou após a retirada das tropas dos EUA do Afeganistão em 2021, quando o Talibã voltou ao poder e começou a perseguir cristãos. Julie Tisdale, uma estudante de seminário e membro da igreja, disse que a comunidade está se esforçando para informar os políticos sobre a situação. Os refugiados, que chegaram legalmente, correm o risco de sofrer perseguições e torturas se forem enviados de volta ao Afeganistão, que é um dos países mais perigosos para cristãos. Tisdale alertou que, se forem deportados, eles provavelmente não sobreviverão. A igreja tem apoiado esses refugiados há mais de um ano, oferecendo cultos e estudos bíblicos em sua língua. Além disso, a comunidade está arrecadando fundos para ajudar com as despesas legais e continua buscando apoio para garantir que esses refugiados possam ficar nos EUA.
Membros da Igreja dos Apóstolos, na Carolina do Norte, estão mobilizados para impedir a deportação de 22 refugiados cristãos afegãos. Eles receberam ordens de deixar os Estados Unidos antes que seus pedidos de asilo fossem analisados por um juiz. A situação se agravou após a retirada das tropas dos EUA do Afeganistão em 2021, que resultou na ascensão do Talibã e na perseguição de cristãos.
Julie Tisdale, estudante de seminário e membro da igreja, afirmou que a comunidade tem se empenhado em advogar junto a membros do Congresso e senadores. “Estamos tentando garantir que uma ampla base de pessoas esteja ciente do que está acontecendo”, disse Tisdale. Os refugiados, que chegaram legalmente aos EUA, enfrentam risco de perseguição e tortura se forem deportados.
A Igreja dos Apóstolos tem acolhido esses refugiados há mais de um ano, promovendo cultos e estudos bíblicos em sua língua nativa. Tisdale destacou que muitos deles são autossuficientes e apenas buscam viver em paz. “Eles não pedem nada extraordinário, apenas a chance de exercer sua fé”, afirmou.
O Departamento de Segurança Interna dos EUA indicou que não renovará o Status de Proteção Temporária para milhares de afegãos, o que pode resultar em deportações a partir de maio. A situação é preocupante, pois o Afeganistão é considerado o décimo pior país em termos de perseguição a cristãos, segundo a Lista Mundial da Perseguição da Portas Abertas Internacional.
Tisdale expressou que, se deportados, os refugiados enfrentariam uma morte certa. “Eles já foram torturados por serem cristãos. Se forem devolvidos, não sobreviverão”, alertou. A comunidade da igreja está arrecadando fundos para ajudar com as despesas legais dos refugiados e continua a buscar apoio político e social para garantir sua permanência nos EUA.
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